de palavras desacordadas que espirram aos saltos sobre as linhas;
lêem-se nas entrelinhas circunflexadas por que ainda entoam neologicamente.
Lê-se.
Neo.
Se se lesse?
Novo.
Não sabe? Lesse.
Esse tom que cai,
assim
na não minúscula vontade de Maiscular, agora sem acento
Agora sem nexo, pensem.
foi um acaso, a vontade. À vontade!
escuta-se a sonoridade nova que se lê, repetindo incredulidade
ou falta de conhecimento?
Novo
som
Nea, por que não?
Nega-se.
oblitera-se a memória. Sim, minusculadamente.
À vontade da liberdade poética!
de tons, de dias, de meses e de dogmas
olhem aqui o erro, o desconcerto da linha e do acento e do traço na linha que
caiu.
ponto!
São convencionadas as vontades, que na evolução fazem sentido.
Ou não.
Assim será livre.
Sejamos então.
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