Voltar ao ponto de fuga?
É um ângulo que fascina:
esse de nos vermos pelo prisma de um espelho.
Da amurada, prevê-se a nuvem que se afasta no agora do passado.
É uma linha oblíqua que se avista a perder em redondéis por assumir,
é um paralelepípedo que dança na rotunda.
esse de nos vermos pelo prisma de um espelho.
Da amurada, prevê-se a nuvem que se afasta no agora do passado.
É uma linha oblíqua que se avista a perder em redondéis por assumir,
é um paralelepípedo que dança na rotunda.
É uma janela sem vidros que se ri sem portas nem varandas.
É definir o ponto.
Fugir.
Fugir.
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