05/07/2016

Fuga

Voltar ao ponto de fuga?
É um ângulo que fascina:
esse de nos vermos pelo prisma de um espelho.
Da amurada, prevê-se a nuvem que se afasta no agora do passado.
É uma linha oblíqua que se avista a perder em redondéis por assumir,
é um paralelepípedo que dança na rotunda.
É uma janela sem vidros que se ri sem portas nem varandas.
É definir o ponto.
Fugir.

Sem comentários:

Farewell, Old Man*

My childhood, boy? I am not sure I have been a child, boy. Have I? Who told you I have? You boy are too smart, you see a boy in me, hein? I ...